Simone Barreto

Renomado médico explica as principais causas da perda auditiva

Simone Barreto

28/05/2018 às 17h20 - segunda-feira | Atualizado em 30/05/2018 às 18h02

O Brasil tem, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística*, o IBGE, 10 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência auditiva — severa ou moderada. Em números exatos, 2 milhões com surdez profunda e 8 milhões com surdez variável.

A perda de audição gera grande impacto nas habilidades comunicativas das pessoas, afetando suas capacidades sociais e de aprendizagem, por exemplo. E muitos são os fatores que levam à deficiência auditiva ou surdez. Daí fica a pergunta: existe uma maneira de prevenir estes problemas auditivos?

Andreia Fontenele
O dr. Jair de Carvalho e Castro (E), um dos mais conceituados otorrinolaringologistas da medicina brasileira, conversa com Alan Lincoln, da Boa Vontade TV.

O assunto foi abordado em uma entrevista feita pela Boa Vontade TV (canal 196 e 696 da NET e da Claro TV e 212 da Oi TV) com o dr. Jair de Carvalho e Castro, um dos mais conceituados otorrinolaringologistas da medicina brasileira. Professor adjunto do Departamento de Otorrino e Oftalmologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o amigo de longa data da Legião da Boa Vontade (LBV) explicou, dentre outros tópicos, o que é surdez.

Confira alguns trechos da entrevista:

Definição

“Poderíamos definir a surdez como um grau de perda auditiva. De acordo com o grau, a surdez pode trazer impactos maiores ou menores para o paciente."

Tipos de Surdez 

“Temos uma divisão acadêmica em dois tipos: a surdez de condução e a surdez neurossensorial. No modelo do ouvido, no pavilhão auricular do conduto, membrana timpânica, o que a gente chama de ouvido externo e ouvido médio, tudo que existe aqui é condutivo. E dentro é neurossensorial. É uma questão didática para compreender onde está ocorrendo o motivo da surdez. Para cada local do aparelho auditivo temos uma maneira de diagnosticar e uma possibilidade de tratamento.”

Sintomas de surdez

“A criança começa a ter um rendimento escolar ruim, dificuldade de adquirir a linguagem falada, com erros de pronúncia, dificuldade para aprender a ler e escrever, fica um pouco mais agitada. (...) O adulto começa a ter problemas, principalmente, no ambiente familiar e no trabalho, entender alguma informação.”

"Com o passar dos anos, a partir dos 65, 70 anos, começa a haver uma diminuição natural da audição. Ela se estabelece de maneira lenta e gradual, por vezes demora que isso se perceba, mas é natural. E uma vez estabelecido o problema, a gente recomenda sempre que se procure um especialista em otorrinolaringologista para ver se isso é verdade, qual o grau de intensidade e o que fazer.”

Prevenção  e diagnóstico na infância

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a metade dos casos de surdez poderia ser prevenida. No caso das crianças, 60% deles. “A criança, ao ingressar na vida acadêmica, tem como rotina de matrícula o exame de audição. Isso já é um passo importantíssimo para observar que algumas delas terão algum grau de perda auditiva e devem ser tratadas. Pelo menos já temos esse filtro. Mas o mais importante que isso é o recém-nascido. Nós temos no País a triagem auditiva pré-natal. Significa que o bebê, ao nascer, tem que ser submetido a um teste para ver se ele tem audição ou não", disse o doutor.

"Vale a pena ressaltar que até pouco tempo atrás, não havia nada a ser feito com a criança que nascia com perda de audição total, estaria condenada a não ouvir. Hoje, felizmente, temos um sistema de ajuda a esse paciente, se chama implante coclear. Após exames de tomografia, ressonância, teste de funcionamento da orelha interna, eletrofisiologia de audição, fechando o diagnóstico, temos até os 24 meses de idade para fazer o implante coclear. Com isso, há uma chance elevadíssima de restabelecer a audição nessa criança. Esse fato faz com que haja uma mudança profunda na qualidade de vida dessa criança, da família e da sociedade.”  

A entrevista completa você confere, em breve, no programa Viver é Melhor, da Boa Vontade TV (canal 196 e 696 da NET e da Claro TV e 212 da Oi TV.

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* Os dados foram retirados do Censo 2010. 

Português, Brasil

Diretor do UNIC Rio, Maurizio Giuliano concede entrevista à Boa Vontade TV

Simone Barreto

23/05/2018 às 13h56 - quarta-feira | Atualizado em 24/05/2018 às 13h20

Na terça-feira, 22 de maio, o programa Boa Vontade Entrevista, da Boa Vontade TV, entrevistou o diretor do UNIC Rio, sr. Maurízio Giuliano, na sede da organização, situada no Palácio Itamaraty, Centro da cidade.

Ricardo Chagas
Maurizio Giuliano (D), diretor do Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil, UNIC Rio, com Alan Lincoln, durante  a entrevista à Boa Vontade TV.

Na oportunidade, o representante do Centro de Informações das Nações Unidas falou sobre os desafios e avanços nos 70 anos da Declaração dos Direitos Humanos. Confira alguns trechos da entrevista:

Origem da Declaração dos Direitos Humanos

“Durante a Segunda Guerra Mundial houve muitas atrocidades, envolvendo várias violações. Em situação de guerra, as pessoas não tinham direito à trabalho, à saúde, educação. Antes e durante a Guerra houve muitas discriminações por razões religiosas. No Holocausto morreram mais de 6 milhões de pessoas, não só judeus, por razões de identidade sexual e de gênero.”

Desafios da implementação dos Direitos Humanos

“Todos os países do mundo acordam que a Educação primária é um direito. A saúde e o trabalho também. Mas por razões econômicas e políticas, podem não ser possível. Todos têm direito ao trabalho alienável e digno, mas infelizmente não é assim.”

Direito à Paz, um dos mais importantes

“Neste momento, o direito à Paz é mais importante, porque temos demasiadas pessoas que estão morando em locais de guerra e de conflitos. Quando se pensa o direito à Paz, esses direitos são muito mais direitos, mas a forma de conseguir, é realmente a paz. Isso é responsabilidade de todos, dos governos, da sociedade civil, de todos nós.”

O italiano Maurizio Giuliano atua como diretor do Centro de Informação das Nações Unidas (UNIC) no Rio de Janeiro, Brasil. Ele assumiu o cargo em 20 de abril deste ano.

A entrevista completa você confere em breve, pela Boa Vontade TV que pode ser sintonizada pelo canal 45.1 (rede aberta em São Paulo/SP); pelos canais 196 e 696 da NET Brasil e da Claro TV e 212 da Oi TV.

Português, Brasil

Carlos Nejar, imortal da ABL, é retratado em obra literária

Simone Barreto

17/05/2018 às 15h50 - quinta-feira | Atualizado em 18/05/2018 às 11h49

A Academia Brasileira de Letras (ABL) promoveu, na tarde de quinta-feira, 17, em sua sede, localizada no Petit Trianon, centro do Rio de Janeiro, o lançamento do livro Carlos Nejar — Um homem do pampa, organizado pelo escritor e editor Luiz Coronel. O acadêmico e poeta Carlos Nejar é o quinto ocupante da Cadeira 4 da ABL.

Ricardo Chagas
O imortal Carlos Nejar (ao centro) e organizador Luiz Coronel recebem o cumprimento da representante da LBV, Andreia Fontenele.

O livro faz parte da Coleção Dicionários e, segundo o organizador, "versa sobre o trabalho do romancista, poeta e pensador rio-grandense, guardião de valiosa fortuna crítica internacional, cuja produção literária revela um sentimento religioso, uma presença comovente na infância e um culto empolgante ao pampa."

Cercado de amigos e acadêmicos, Nejar foi saudado pelos representantes da Legião da Boa Vontade e, em retribuição, enviou um exemplar da obra ao diretor-presidente da LBV, com a seguinte dedicatória: "Para o eminente jornalista Paiva Netto, com a lembrança muito amiga do Carlos Nejar. Rio – 17/5/2018”.

Ricardo Chagas
O acadêmico Alberto da Costa e Silva prestigiando o confrade Carlos Nejar.

O organizador do livro também enviou seu autógrafo: “Paiva Netto – do LC (Luiz Coronel) com afeto”.

Sobre o acadêmico

Carlos Nejar é procurador de Justiça aposentado, pertence à Academia Brasileira de Letras, da qual foi, em 2000, secretário-geral e presidente em exercício. Publicou História da Literatura Brasileira, agora na 3ª edição atualizada.

Também é ficcionista, com inúmeros romances publicados, como Riopampa — O moinho das Tribulações, com o qual recebeu o Prêmio Machado de Assis, em 2001, pela Fundação da Biblioteca Nacional.

Português, Brasil

Jornalista e escritor André Mansur lança obras literárias no Rio de Janeiro

Simone Barreto

15/03/2018 às 17h25 - quinta-feira | Atualizado em 22/03/2018 às 14h14

O jornalista e escritor André Mansur promoveu, na quarta-feira, 14 de março, uma noite de autógrafos para marcar o lançamento dos livros “Tiradentes Carioca – As relações dos inconfidentes mineiros com o Rio de Janeiro” e “Violência no Rio Antigo”, ambos escritos em parceria com o pesquisador Ronaldo Morais (in memoriam), e "Marechal Hermes – A história de um bairro”.

O evento, ocorrido em Ipanema, zona sul da Cidade Maravilhosa, reuniu familiares, amigos e leitores interessados em conhecer a história do Rio antigo e suas curiosidades. Representantes da Legião da Boa Vontade (LBV) prestigiaram o evento e cumprimentaram Mansur. O jornalista retribuiu o carinho e autografou os exemplares das obras ao diretor-presidente da Instituição, José de Paiva Netto, com as seguintes dedicatórias.

"Tiradentes Cariocas":

“Café e Pauta, 14/3/2018. Ao Paiva Netto, uma abordagem diferente de um de nossos principais personagens históricos. Grande abraço do André Mansur”.

"Violência no Rio Antigo":

“Café e Pauta, 14/3/2018. Ao querido Irmão Paiva, a história do Rio de Janeiro sob a ótica da violência. Um abraço do André Mansur”.

"Marechal Hermes":

 “Café e Pauta, 14/3/2018. Para o também escritor e jornalista Paiva Netto, a história deste importante bairro do subúrbio carioca. Abraços, André Mansur”.

SOBRE OS AUTORES

André Luis Mansur é jornalista e escritor, autor de 11 livros, entre eles "O Velho Oeste Carioca", "Marechal Hermes - a história de um bairro" (Edital), "A rebelião dos sinais" (Edital) e "Fragmentos do Rio Antigo" (Edital), este com Ronaldo Morais. Trabalhou em jornais como "Tribuna da Imprensa", "Jornal do Brasil" e "O Globo", onde publicou mais de cem críticas literárias.

Ronaldo Morais era médico e pesquisador da História do Rio de Janeiro. Fotografou, desde a década de 70, diversos monumentos históricos do Rio de Janeiro. Publicou, junto com André Luis Mansur, os livros "Fragmentos do Rio Antigo", "Violência no Rio Antigo" e "A invasão francesa do Brasil", todos pela Edital. Ronaldo faleceu em 2015, no Rio de Janeiro.

Português, Brasil

Obra literária aborda os dez pilares da gestão

Simone Barreto

02/03/2018 às 15h58 - sexta-feira | Atualizado em 05/03/2018 às 15h25

Na última quinta-feira, 1º de março, ocorreu, na Livraria Saraiva, zona sul do Rio de Janeiro, o lançamento do livro “Elite da Gestão – Todo executivo lidera operações especiais” (Editora Évora), uma parceria de Alexandre Gurgel, Maurílio Nunes e Rodrigo Pimentel.

Natália Guarany
Rodrigo Pimentel e Maurílio Nunes dedicaram um exemplar do livro ao jornalista e escritor Paiva Netto. 

A obra traz a vivência dos autores em diferentes áreas de atuação, além da militar. Os autores destacam, por exemplo, a necessidade de adaptação às constantes surpresas, que cada vez mais exigem rápidas mudanças nos negócios. O livro é baseado nos dez pilares da gestão, cada um deles abordado em um capítulo específico com conceitos diretamente associados aos casos vividos e narrados pelos autores.

Natália Guarany
Danielly Arruda, da LBV, transmite a  Alexandre Gurgel os cumprimentos de Paiva Netto. 

Representantes da Legião da Boa Vontade (LBV) e da Super Rádio Brasil (940 AM) estiveram na cerimônia, transmitindo o abraço fraterno do diretor-presidente da Instituição. Os autores agradeceram o gesto e encaminharam um exemplar do livro ao líder legionário, com as seguintes mensagens: “Amigo Paiva, vá e vença!!! Pimentel”; “Querido Paiva, uma honra assinar esse livro. Alexandre Gurgel”; e “Paiva Netto, sua Instituição é um exemplo e inspiração para esta obra. Maurílio Nunes”.

Sobre os autores

Rodrigo Pimentel é jornalista, articulista do Jornal do Brasil e um dos produtores do documentário Ônibus 174, que recebeu Emmy Award, principal prêmio da televisão mundial. Foi especialista em segurança pública da TV Globo por seis anos.

Alexandre Gurgel é mestre em administração pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), executivo, empresário, consultor e professor.

Maurílio Nunes é oficial da Polícia Militar, possui mestrado executivo em gestão empresarial pela FGV e foi subcomandante do Bope. Atualmente, é consultor em segurança e palestrante motivacional.

Português, Brasil

UNIC Rio faz abertura da Mostra em memória das vítimas do Holocausto

Simone Barreto

30/01/2018 às 14h24 - terça-feira | Atualizado em 31/01/2018 às 17h38

O Centro de Informações das Nações Unidas no Brasil (UNIC Rio) realizou, na manhã dessa segunda-feira, 29, em sua sede, no Palácio Itamaraty, centro do Rio, a cerimônia de abertura da mostra “Mantenha a Memória Viva – Nossa Responsabilidade Compartilhada”. A exposição reúne 12 obras feitas por designers que se inscreveram num concurso global das Nações Unidas sobre o tema. A vencedora foi a brasileira Júlia Cristofi, que participou da abertura, assim como Maurizio Giuliano, diretor do Unic Rio, e Cláudio Goldemberg, vice-presidente da Federação Israelita do Estado do RJ (FIERJ).

Andreia Fontenele
Cerimônia de abertura da Mostra “Mantenha a Memória Viva – Nossa Responsabilidade Compartilhada”. 

O evento marca o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, lembrado em 27 de janeiro, e foi prestigiado pelos sobreviventes Freddy Glatt e Freddy Sobotka, entre outros. A equipe da Super Rede Boa Vontade de Rádio esteve na exposição fez a cobertura do evento. 

Andreia Fontenele
Maurizio Giuliano, diretor do Unic Rio. 

Sobre a mostra, Maurizio Giuliano pontuou: “Ela é muito atual, porque o ódio, infelizmente, quase sempre existiu na história. É preciso todo jovem, toda criança de hoje, entender o que foi o Holocausto, como aconteceu, como pode a barbaridade humana chegar nesse nível. Só assim podemos acabar com o ódio, não só para povos judaicos, mas para todos os povos. É um caminho que tem que ser continuado, porque há épocas na história de mais ódio, menos ódio, mas o ódio sempre está presente. Ódio ligado à emigração, ódio ligado à outras coisas, então sempre é importante lembrar isso para dizer nunca mais”.

Andreia Fontenele
Cláudio Goldemberg, vice-presidente da Federação Israelita do Estado do RJ.

“A Federação Israelita do RJ, junto com a ONU, está patrocinando esse evento. É uma data marcante, que foi instituída pela ONU, e  temos esse dever de não deixar esquecer. É muito importante que qualquer tipo de ação que possa reforçar, principalmente para os jovens que não presenciaram, que não sabem da história. Nós agradecemos a vocês [da LBV] por estarem aqui, registrando esse momento e essa passagem, e ajudando a divulgar. Isso é muito importante para todos nós, obrigado!”, destacou o vice-presidente da FIERJ, Cláudio Goldemberg.

A designer brasileira Júlia Cristofi, vencedora do concurso, também falou à Super Rede Boa Vontade de Rádio e conta como surgiu a ideia da concepção do cartaz: “No cartaz, há pessoas de vários países que representam todos os judeus que passaram pelo Holocausto. Eu li a história de cada um deles e o principal objetivo [da obra] é a importância da vida. Eles são memória viva e o símbolo central, que representa a vida”.

A mostra ficará aberta ao público até 28 de fevereiro, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17 horas, com entrada franca, no Palácio Itamaraty, localizado na Av. Marechal Floriano, 196, Centro – Rio de Janeiro/RJ.

Português, Brasil

Fonoaudióloga e socioterapeuta Fátima Alves lança livro sobre inclusão

Simone Barreto

24/01/2018 às 14h16 - quarta-feira | Atualizado em 26/01/2018 às 11h38

A conceituada fonoaudióloga, socioterapeuta, mestre em ensino de Ciências da saúde e do ambiente, Fátima Alves, promoveu, na última terça-feira, 23, na Livraria da Travessa, em Ipanema, uma noite de autógrafos para marcar o lançamento de seu mais recente livro, intitulado Para além da inclusão – afeição, respeito e transformação (Wak Editora). O evento contou com a presença de familiares e amigos da autora.

Eliel Brum
A autora enviou um exemplar do livro ao jornalista Paiva Netto.

A obra fala dos sentimentos para transformar e aprender a incluir, numa busca do interesse pela educação como um processo de mudança do sistema social comum para acolher toda a diversidade humana. Ela também escreveu diversos livros ligados ao tema, como Psicomotricidade: corpo, ação e emoção, Inclusão: muitos olhares, vários caminhos e um grande desafio, Para entender a Síndrome de Down, Guia prático de neuroeducação, entre outros.

Na oportunidade, o representante da LBV no Rio de Janeiro, Eliel Brum, transmitiu o abraço fraterno do diretor-presidente da Instituição. Fátima agradeceu o gesto e encaminhou um exemplar do livro ao dirigente legionário, com a seguinte mensagem: “José de Paiva Netto, Viver a inclusão é viver para a transformação. É transformação, é emoção, é amor, é vida. É a LBV. Obrigada com carinho! Rio, 23/1/18, Fátima Alves”.

Fátima Alves participa de eventos nacionais e internacionais em Psicomotricidade e Educação como ministrante em palestras, cursos e workshops.

Português, Brasil

Theatro Municipal do RJ: um legado cultural do Brasil

Simone Barreto

18/12/2017 às 14h35 - segunda-feira | Atualizado em 19/12/2017 às 11h10

O Theatro Municipal é um dos mais imponentes e belos prédios do Rio de Janeiro. Inaugurado em 14 de julho de 1909, é considerado a principal casa de espetáculos do Brasil e uma das mais importantes da América do Sul.  Sua história mistura-se à trajetória cultural do País, recebendo, em pouco mais de um século de existência, diversos artistas brasileiros e internacionais e variadas demonstrações artísticas.

Assim como o Theatro, a Legião da Boa Vontade promove, há mais de seis décadas, Educação e Cultura com Espiritualidade Ecumênica, buscando, assim, uma formação integral de seus atendidos. Essa missão em comum criou um forte laço de amizade entre as duas Instituições, tornando-as parceiras no objetivo de fomentar ações culturais.

Divulgação
Pedro Ismael Olivero, presidente do Sintac/RJ e da Associação de Coro do Theatro Municipal; Manoel Pereira Mendes, vice-presidente do Sintac; Ciro Pereira, presidente interino da Fundação Theatro Municipal do RJ; Pedro Paulo Torres, representante da Super Rádio Brasil; João Carvalho, tesoureiro do Sintac e coordenador da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa, do Theatro Municipal; e Marisa Assumpção, chefe da Divisão de Engenharia e Manutenção do Theatro.

Em recente visita ao centenário teatro, os representantes da LBV e da Super Rádio Brasil, Danielly Arruda e Pedro Paulo Torres, foram recebidos pelo presidente da Fundação do Theatro, sr. Ciro Pereira da Silva. Na oportunidade, o presidente da Casa, em retribuição ao fraterno encontro, enviou um exemplar do livro Theatro Municipal do Rio de Janeiro – o Restauro (Editora Capa), ao diretor-presidente da LBV, com a seguinte mensagem: "Ao Presidente José de Paiva Netto e equipe, nossa história como lembrança, esperando que possamos fazer mais, juntos. Muito obrigado, em nome dos funcionários do Theatro Municipal. Em 14/12/2017 . Ciro Pereira da Silva, presidente da FTMRJ".

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Entidades Públicas da Ação Cultural do Rio de Janeiro (Sintac/RJ), Pedro Ismael de Oliveira Neto, também assinou a obra para o diretor-presidente da Legião da Boa Vontade. "Pedro Ismael Oliveira - SINTAC RJ", escreveu.

Com coordenação editorial de Cecília Modesto, o título trata da ampla reforma de restauração e modernização que foi feita ao prédio, no ano do seu centenário, em 2009.

Português, Brasil

Professor e escritor Marco Lucchesi toma posse como novo presidente da ABL

Simone Barreto

15/12/2017 às 15h46 - sexta-feira | Atualizado em 15/12/2017 às 18h35

O escritor e acadêmico Marco Lucchesi é o novo presidente da Academia Brasileira de Letras (ABL). A nova diretoria, eleita em 7 de dezembro, tomou posse na tarde dessa quinta-feira, 14, em solenidade no Salão Nobre do Petit Trianon, no Rio de Janeiro/RJ. Ele é o mais jovem presidente da organização dos últimos 70 anos e prometeu usar a literatura para promover a paz e a liberdade.

ABL
Marco Lucchesi é o mais jovem presidente da Academia Brasileira de Letras dos últimos 70 anos.

Sétimo ocupante da cadeira nº 15, sucedendo Fernando Bastos de Ávila, Lucchesi é professor titular de Literatura Comparada da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), tem pós-doutorado em Filosofia da Renascença na Alemanha. Formado em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), possui ainda mestrado e doutorado em Ciência da Literatura.

Publicou, ao longo de sua carreira como escritor, mais de 40 livros. Seus títulos mais recentes são O carteiro imaterial, Clio e O bibliotecário do imperador. Lucchesi ganhou três Prêmios Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro.

Os demais integrantes da diretoria serão os acadêmicos Alberto da Costa e Silva, Ana Maria Machado, Merval Pereira, Edmar Bacha. Domínio Proença, que deixou o comando da academia, desejou sucesso para o novo presidente.

Em nome do jornalista Paiva Netto, nós, do Portal Boa Vontade, parabenizamos e desejamos muito sucesso a Marco Lucchesi e a nova diretoria.

Português, Brasil

Biografia de Renato Aragão, o Didi, é lançada no Rio de Janeiro

Simone Barreto

06/12/2017 às 15h31 - quarta-feira | Atualizado em 07/12/2017 às 14h50

Artistas, jornalistas, amigos, familiares e fãs prestigiaram, na última terça-feira, 5, numa livraria da Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, o lançamento da biografia Renato Aragão: do Ceará para o coração do Brasil (Editora Estação Brasil), escrita por Rodrigo Fonseca.

A obra apresenta, em nove partes, a trajetória de um dos humoristas mais populares e carismáticos do Brasil, eternizado como Didi, relembrando a infância em Sobral, no Ceará, a chegada ao Rio de Janeiro, a criação e o sucesso de Os Trapalhões. Segundo o autor, “o livro traz curiosidades da vida do comediante, numa viagem de saudades, memória e muita gratidão.”

Divulgação: Editora Sextante
Na ocasião, o escritor e o homenageado encaminharam um exemplar do título ao diretor-presidente da LBV, José de Paiva Netto.  

O título ainda conta com depoimentos de diversas personalidades, como Caetano Veloso, Fernanda Montenegro, Maria Bethânia, Dedé Santana, Cacá Diegues, Daniel Filho, José Padilha, entre outros.

Representantes da LBV estiveram no evento e cumprimentaram o querido Didi, que encaminhou um exemplar da obra ao diretor-presidente da Legião da Boa Vontade, com a seguinte dedicatória: “Para Paiva Netto, com carinho Renato Aragão Didi”. O autor do livro também enviou uma mensagem ao dirigente legionário.“Pro Paiva Netto, mil abraços. Rodrigo Fonseca”, escreveu.

Rodrigo Fonseca é crítico de cinema e roteirista, autor de séries de programas na TV Globo. Escreve no site Omelete e analisa filmes no blog P de Pop, do jornal O Estado de S. Paulo, e no Portal Almanaque Virtual.

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