Mudanças bruscas no clima aumentam riscos de doenças respiratórias e afetam imunidade

Da redação

13/05/2026 às 17h13 - quarta-feira | Atualizado em 15/05/2026 às 15h14

O clima instável dos últimos dias — que alterna entre calor, frio e tempo seco — acendeu um alerta. Especialistas alertam que essa gangorra climática compromete as defesas do organismo e aumenta significativamente os casos de doenças respiratórias.

Os problemas mais comuns

A baixa umidade do ar e o acúmulo de poluentes irritam as vias aéreas. Quem mais sofre são as crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas. As crises mais frequentes são de:

Asma e bronquite

Rinite alérgica e sinusite

Infecções respiratórias em geral

Por que o risco aumenta?

Adaptação difícil: O corpo humano sofre para se ajustar a mudanças repentinas de temperatura.

Ambientes fechados: Em dias mais frios, as pessoas tendem a fechar janelas. Ambientes pouco ventilados facilitam a circulação e a transmissão de vírus e bactérias.

Fique de olho nos sintomas

Os sinais mais frequentes de que o corpo está sentindo o impacto do clima são:

Tosse, espirros e coriza (nariz escorrendo)

Dor de garganta

Falta de ar e cansaço excessivo

Piora de doenças respiratórias que a pessoa já tinha

Guia de Prevenção: como se proteger

Para passar por esse período de instabilidade sem adoecer, os especialistas recomendam cinco cuidados básicos:

Beba muita água: Manter o corpo e as vias aéreas hidratados é fundamental.

Evite o choque térmico: Cuidado com a exposição repentina ao frio (como sair de um ambiente muito quente direto para o vento).

Ventile a casa: Deixe as janelas abertas para o ar circular, mesmo nos dias mais frios.

Lave as mãos: A higienização frequente continua sendo a melhor arma contra vírus e bactérias.

Alimente-se bem: Reforce a alimentação saudável para garantir uma boa imunidade.

Quando procurar ajuda médica? Se os sintomas persistirem ou se houver qualquer dificuldade para respirar, busque atendimento médico imediatamente. O acompanhamento correto evita que um quadro simples se agrave.

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Com informações da Agência Brasil