28/07/2017 às 20h21 - sexta-feira | Atualizado em 28/07/2017 às 20h31
Em sua 17ª edição, o Congresso Internacional de Educação, da LBV, recebeu, de 26 a 28/7, diversos especialistas na área que compartilharam com docentes, estudantes, pesquisadores, profissionais de áreas ligadas à Educação suas experiências. Este ano, o evento debateu o tema: "A Produção do Conhecimento e o Saber Solidário: Uma Visão Além do Intelecto".
Convidamos você a ver o evento por meio das fotos que registramos nestes três dias. Veja, abaixo, a galeria da abertura do evento, das palestras e das oficinas pedagógicas.
17º Congresso Internacional de Educação da LBV
QUARTA-FEIRA, 26 — Professora Sandra Bozza aborda o tema “Aprendizagem e Desenvolvimento: a possibilidade de criar seres cada vez mais humanos”. (Foto: Vivian R. Ferreira)QUARTA-FEIRA, 26 — Congressistas do Brasil e do exterior acompanham o primeiro dia do evento, que contou com a palestra inaugural da professora Sandra Bozza. (Foto: Vivian R. Ferreira)QUARTA-FEIRA, 26 — Em sua explanação, a professora Sandra Bozza destacou: "O ser humano só se faz humano com outro. (...) Ninguém ensina sem amar, ninguém aprende não sendo amado. Sem afeto, não se aprende nada. (...) A educação que perseguimos é uma educação para a vida, estamos educando para a humanização dos corações e das mentes". (Foto: Vivian R. Ferreira)QUARTA-FEIRA, 26 — Professora Sandra Bozza aborda o tema “Aprendizagem e Desenvolvimento: a possibilidade de criar seres cada vez mais humanos”. (Foto: Vivian R. Ferreira)QUARTA-FEIRA, 26 — O evento, que neste ano discute o tema “A Produção do Conhecimento e o Saber Solidário: Uma Visão Além do Intelecto”, colabora para a formação continuada dos participantes e visando à troca de experiências entre eles. (Foto: Vivian R. Ferreira)QUARTA-FEIRA, 26 — Coral Ecumênico e o Grupo de Instrumentistas Infantojuvenil Boa Vontade dão as boas-vindas ao público com canções que promovem a Cultura de Paz. (Foto: Vivian R. Ferreira)QUARTA-FEIRA, 26 — Congressistas superlotam o Espaço Cultural Ecumênico da Religião Divina, na abertura do 17º Congresso Internacional de Educação, da LBV. O evento ocorre em São Paulo/SP, de 26 a 28 de julho e reúne educadores de todas as regiões do Brasil e também do exterior. (Foto: Vivian R. Ferreira)QUARTA-FEIRA, 26 — Coral Ecumênico e o Grupo de Instrumentistas Infantojuvenil Boa Vontade dão as boas-vindas ao público com canções que promovem a Cultura de Paz. (Foto: Vivian R. Ferreira)QUARTA-FEIRA, 26 — Coral Ecumênico e o Grupo de Instrumentistas Infantojuvenil Boa Vontade dão as boas-vindas ao público com canções que promovem a Cultura de Paz. (Foto: Vivian R. Ferreira)QUARTA-FEIRA, 26 — Congressistas acompanham, com entusiasmo, a apresentação musical das crianças da LBV. (Foto: Vivian R. Ferreira)QUARTA-FEIRA, 26 — Componentes do sopro e de percussão do Grupo de Instrumentistas Infantojuvenil Boa Vontade, da escola da LBV. Na ocasião, eles interpretaram a música School Spirit (Espírito Escolar), de autoria de William T. Purdy, sob a regência do professor Danilo Nascimento. (Foto: Vivian R. Ferreira)QUARTA-FEIRA, 26 — Professora Suelí Periotto, supervisora da Pedagogia do Afeto e da Pedagogia do Cidadão Ecumênico, da LBV, doutora em Educação pela PUC/SP, saúda o público presente. (Foto: Vivian R. Ferreira)QUARTA-FEIRA, 26 — O evento, que neste ano discute o tema “A Produção do Conhecimento e o Saber Solidário: Uma Visão Além do Intelecto”, colabora para a formação continuada dos participantes e visando à troca de experiências entre eles. (Foto: Vivian R. Ferreira)QUARTA-FEIRA, 26 — Alziro Paolotti de Paiva, representando o dirigente da LBV, José de Paiva Netto, dá as boas-vindas ao público na abertura do 17º Congresso Internacional de Educação, da LBV. (Foto: Vivian R. Ferreira)
QUARTA-FEIRA, 26 — Ao centro, Alziro Paolotti de Paiva, representando o dirigente da LBV, José de Paiva Netto; e da esquerda para a direta: a pedagoga Gisela Portilho; Suelí Periotto, supervisora da linha educacional da LBV; a educadora Sandra Bozza, e Aline Braga Trevisan, assistente de direção da escola da LBV em São Paulo. Ao fundo, os educadores que irão conduzir as oficinas pedagógicas dias 27 e 28, na parte da tarde. (Foto: Vivian R. Ferreira)
GALERIA DE FOTOS — Veja tudo o que aconteceu nas palestras
SEXTA-FEIRA, 28 — Público acompanha atento a palestra do dr. Jaime Zorzi. (Foto: Vivian R. Ferreira)SEXTA-FEIRA, 28 — Encerrando as palestras do evento, Jaime Zorzi, doutor pelo Departamento de Educação da UNICAMP e diretor e professor do Saúde e Educação, centro de formação profissional (CEFAC) apresentou a todos o tema: "Superando os desafios para o ensino da leitura e da escrita: “As letras falam: metodologia para alfabetização”. (Foto: Vivian R. Ferreira)SEXTA-FEIRA, 28 — Olha só a animação de todo mundo \o/ (Foto: Vivian R. Ferreira)SEXTA-FEIRA, 28 — Os educadores da escola da LBV no RJ demonstraram ao público o Judô como ferramenta de integração com os alunos. (Foto: Vivian R. Ferreira)SEXTA-FEIRA, 28 — Divertida e criativa, a apresentação deixou todo mundo prestando muita atenção para não perder nenhum detalhe. (Foto: Vivian R. Ferreira)SEXTA-FEIRA, 28 — E o palco do evento foi cenário para os educadores da escola da LBV do RJ Sérgio Felipe dos Santos Euzébio, faixa Preta de Judô - 1º Dan e coordenador de Esportes; e Vinicius Cesar Azevedo Freitas, faixa Preta de Judô - 1º Dan e professor de Educação Física fazerem uma apresentação especial a todos os congressistas. (Foto: Vivian R. Ferreira)SEXTA-FEIRA, 28 — Professora Suelí Periotto conduz a palestra "A Produção do Conhecimento e o Saber Solidário: Uma Visão Além do Intelecto" apresentando ao público os resultados da inovadora linha pedagógica da LBV. (Foto: Vivian R. Ferreira)SEXTA-FEIRA, 28 — As educadoras Leilany Rocha e Karen Reis colaboraram com a explanação de Suelí Periotto, supervisora da linha pedagógica da LBV.(Foto: Vivian R. Ferreira)SEXTA-FEIRA, 28 — A pedagoga Maria Suelí Periotto, doutora e mestra em Educação pela PUC-SP e supervisora da Pedagogia do Afeto e da Pedagogia do Cidadão Ecumênico, da LBV, iniciou o terceiro ciclo de palestras compartilhando as boas práticas da proposta pedagógica criada pelo diretor-presidente da Instituição, José de Paiva Netto. (Foto: Vivian R. Ferreira)SEXTA-FEIRA, 28 — A palestra contou com um momento lúdico com a participação de algumas congressistas. (Foto: Vivian R. Ferreira)SEXTA-FEIRA, 28 — Público acompanha, com atenção, as palestras do segundo dia do 17° Congresso Internacional de Educação da LBV. (Foto: Vivian R. Ferreira)SEXTA-FEIRA, 28 — Público acompanha, com bastante entusiasmo, as palestras do último dia do evento. (Foto: Vivian R. Ferreira)SEXTA-FEIRA, 28 — Na oportunidade, a educadora apresentou os desafios e os resultados de sucesso da prática pedagógica da LBV, que direciona as ações realizadas pela Instituição objetivando a construção de uma sociedade solidária e altruística. (Foto: Vivian R. Ferreira)SEXTA-FEIRA, 28 — Público acompanha, com atenção, as palestras do segundo dia do 17° Congresso Internacional de Educação da LBV. (Foto: Vivian R. Ferreira)SEXTA-FEIRA, 28 — Público acompanha, com atenção, as palestras do segundo dia do 17° Congresso Internacional de Educação da LBV. (Foto: Vivian R. Ferreira)SEXTA-FEIRA, 28 — A pedagoga Leilany Rocha explica aos congressistas o Programa de Alfabetização e Raciocínio (PAR) do Instituto de Educação José de Paiva Netto. (Foto: Vivian R. Ferreira)QUAINTA-FEIRA, 27 — Congressistas e palestrantes no primeiro dia de palestras do evento (Foto: Vivian R. Ferreira)QUINTA-FEIRA, 27 — Público acompanha, com atenção, as palestras do segundo dia do 17° Congresso Internacional de Educação da LBV. (Foto: Vivian R. Ferreira)QUINTA-FEIRA, 27 — Público acompanha, com atenção, as palestras do segundo dia do 17° Congresso Internacional de Educação da LBV. (Foto: Vivian R. Ferreira)QUINTA-FEIRA, 27 — Educadores vindos de todo o Brasil e também do exterior acompanham o primeiro dia de palestras do evento. (Foto: Vivian R. Ferreira)QUINTA-FEIRA, 27 — Congressistas superlotam o Espaço Cultural Ecumênico da Religião Divina, na abertura do 17º Congresso Internacional de Educação, da LBV. O evento ocorre em São Paulo/SP, de 26 a 28 de julho e reúne educadores de todas as regiões do Brasil e também do exterior. (Foto: Vivian R. Ferreira)QUINTA-FEIRA, 27 — Público acompanha, com atenção, as palestras do segundo dia do 17° Congresso Internacional de Educação da LBV. (Foto: Vivian R. Ferreira)QUINTA-FEIRA, 27 — Público acompanha as palavras do dr. Marcos Vinícius Araújo. (Foto: Vivian R. Ferreira)QUINTA-FEIRA, 27 — Dr. Marcos Vinícius Araújo falou sobre “O processo de ensino e aprendizagem em escolas que atendem populações em condição de vulnerabilidade social”. (Foto: Vivian R. Ferreira)QUINTA-FEIRA, 27— Apresentação artística das educadoras da Supercreche Jesus, da LBV, de São Paulo. Durante a apresentação, elas abordam a frase “Não somos robôs”, inspiradas no artigo com este nome do escritor Paiva Netto. (Foto: Vivian R. Ferreira)QUINTA-FEIRA, 27— Apresentação artística das educadoras da Supercreche Jesus, da LBV, de São Paulo. Durante a apresentação, elas abordam a frase “Não somos robôs”, inspiradas no artigo com este nome do escritor Paiva Netto. (Foto: Vivian R. Ferreira)QUINTA-FEIRA, 27 — A assistente de direção da escola da LBV, Aline Braga Trevisan, entrega à dra. Noemi Takiuchi, uma lembrança pela participação especial no Congresso \o/ (Foto: Vivian R. Ferreira)QUINTA-FEIRA, 27 — A primeira palestra deste dia começou com a doutora em Linguística e fonoaudióloga Noemi Takiuchi, com o tema "Promovendo o Desenvolvimento de Linguagem e Comunicação como Habilidade de Vida". (Foto: Vivian R. Ferreira)QUINTA-FEIRA, 27 — Centenas de docentes, estudantes, pesquisadores, profissionais de áreas ligadas à Educação acompanham o ciclo de palestras da 17ª edição do Congresso de Educação da LBV. (Foto: Vivian R. Ferreira)QUINTA-FEIRA, 27 — Centenas de docentes, estudantes, pesquisadores, profissionais de áreas ligadas à Educação acompanham o ciclo de palestras da 17ª edição do Congresso de Educação da LBV. (Foto: Vivian R. Ferreira)QUINTA-FEIRA, 27 — Centenas de docentes, estudantes, pesquisadores, profissionais de áreas ligadas à Educação acompanham o ciclo de palestras da 17ª edição do Congresso de Educação da LBV. (Foto: Vivian R. Ferreira)QUINTA-FEIRA, 27 — Centenas de docentes, estudantes, pesquisadores, profissionais de áreas ligadas à Educação acompanham o ciclo de palestras da 17ª edição do Congresso de Educação da LBV. (Foto: Vivian R. Ferreira)QUINTA-FEIRA, 27 — Público superlota primeiro dia de ciclo de palestras do evento. (Foto: Vivian R. Ferreira)QUINTA-FEIRA, 27 — Centenas de docentes, estudantes, pesquisadores, profissionais de áreas ligadas à Educação acompanham o ciclo de palestras da 17ª edição do Congresso de Educação da LBV. (Foto: Vivian R. Ferreira)QUINTA-FEIRA, 27 — A primeira palestra deste dia começou com a doutora em Linguística e fonoaudióloga Noemi Takiuchi, com o tema "Promovendo o Desenvolvimento de Linguagem e Comunicação como Habilidade de Vida". (Foto: Vivian R. Ferreira)QUINTA-FEIRA, 27 — A primeira palestra deste dia começou com a doutora em Linguística e fonoaudióloga Noemi Takiuchi, com o tema "Promovendo o Desenvolvimento de Linguagem e Comunicação como Habilidade de Vida". (Foto: Vivian R. Ferreira)QUINTA-FEIRA, 27 — Público acompanha a palestra da fonoaudióloga Noemi Takiuchi, com o tema "Promovendo o Desenvolvimento de Linguagem e Comunicação como Habilidade de Vida".
SEXTA-FEIRA, 28 — Encerrando as palestras do evento, Jaime Zorzi, doutor pelo Departamento de Educação da UNICAMP e diretor e professor do Saúde e Educação, centro de formação profissional (CEFAC) apresentou a todos o tema: "Superando os desafios para o ensino da leitura e da escrita: “As letras falam: metodologia para alfabetização”.
(Foto: Vivian R. Ferreira)
GALERIA DE FOTOS — Veja tudo que rolou durantes as oficinas
A oficina “A razão das emoções matemáticas” foi conduzida pelas oficineiras Elaine Moura da Silva e Silvia Garcia Moscoso, que mostraram aos participantes — de uma forma lúdica — que as emoções podem contribuir com o aprendizado da disciplina Matemática em sala de aula. #EducaçãoLBV (Foto: Vivian R. Ferreira)Matemática sustentável? Divididos em grupos, os participantes conseguiram colocar este conceito em prática na confecção de jogos matemáticos com matérias recicláveis, disponíveis na sala. Depois os grupos escolheram um dos jogos confeccionados para apresentar aos demais. (Foto: Vivian R. Ferreira)As oficineiras demonstraram, com técnicas fundamentadas na Neurociência Pedagógica, como as emoções contribuem de maneira significativa no progresso do educando em seu processo de aprendizagem. #EducaçãoLBV (Foto: Vivian R. Ferreira)A oficina “A razão das emoções matemáticas” foi conduzida pelas oficineiras Elaine Moura da Silva e Silvia Garcia Moscoso, que mostraram aos participantes — de uma forma lúdica — que as emoções podem contribuir com o aprendizado da disciplina Matemática em sala de aula. #EducaçãoLBV (Foto: Vivian R. Ferreira)Após serem divididos em grupos, os participantes foram desafiados a sortear um conteúdo para realizarem. O grupo da razão deveria apresentar o conteúdo de maneira formal e o grupo da emoção, de maneira lúdica. Enquanto isso, a frequência cardíaca deles ia sendo monitorada com o frequencímetro para o monitoramento dos sentimentos positivos e negativos durante a atividade. (Foto: Vivian R. Ferreira)A oficina foi muito divertida e os participantes puderam aprender um pouco mais sobre o mundo das emoções matemáticas. (Foto: Vivian R. Ferreira)Conduzida pelas educadoras Cynthia Beatriz Sosa Rolón e Rossana Victoria Pasmor Rolón, de Assunção, no Paraguai, a oficina “Cre-arte: a arte de criar para um mundo melhor” trouxe aos congressistas a ideia de cuidar do meio ambiente por meio daquilo e produzimos e consumimos. (Foto: Vivian R. Ferreira)Durante as atividades foi proposto a transformação de artigos descartáveis em objetos úteis e duradouros. Em grupo, os participantes puderam confeccionar objetos que tenham utilidade em sua vida cotidiana. (Foto: Vivian R. Ferreira)Esta oficina instiga que os participantes estimulem a criatividade e tenham ideias sustentáveis de como aproveitar melhor aquilo que consumimos no dia a dia. #EducaçãoLBV (Foto: Vivian R. Ferreira)Esta oficina foi conduzida pelas pedagogas Cíntia Souto, graduanda em História, e Maisa Santana, pós-graduada em Psicopedagogia. E trouxe para os participantes, estratégias para o processo de alfabetização. (Foto: Vivian R. Ferreira)Como é possível transformar a sala de aula em um local que estimule a curiosidade dos educandos? A oficina “Alfabetização? Produção? O que fazer? — Estratégias para construir um ambiente alfabetizador” ajudou os participantes a responderem essa questão. Os congressistas também conversaram sobre suas percepções do que é alfabetização e letramento e quais métodos podem ser utilizados em sala de aula. (Foto: Vivian R. Ferreira)Esta oficina foi conduzida pelas pedagogas Cíntia Souto, graduanda em História, e Maisa Santana, pós-graduada em Psicopedagogia. E trouxe para os participantes, estratégias para o processo de alfabetização. #EducaçãoLBV (Foto: Vivian R. Ferreira)Os congressistas puderam estimular a criatividade em grupo com a criação de atividades que propusessem estratégias de condução no processo de alfabetização. Cada grupo recebeu um tema e pôde utilizar um material diferente para realizar a atividade e no final todos apresentaram seus resultados. (Foto: Vivian R. Ferreira)A oficina “Esporte é Vida. Reciclar, também” foi conduzida pelo diretor técnico da Federação Sergipana de Badminton e educador de esportes, em Aracaju/SE, Evandro Sandro de Mello Bonfim, e Sheila Silva de Oliveira, graduada em Educação Física; pós-graduanda em Docência e Prática da Meditação. (Foto: Vivian R. Ferreira)Você sabia que o badminton beneficia o estado emocional e desenvolve habilidades motoras e cognitivas? Os participantes puderam praticar a modalidade e aprender um pouco mais sobre o esporte. (Foto: Vivian R. Ferreira)Os participantes puderam fortalecer a criatividade e o pensamento crítico, aliados à sustentabilidade. #EducaçãoLBV (Foto: Vivian R. Ferreira)A oficina foi conduzida pelas pedagogas Paula Scabosa e Valeska Baruffi, ambas se especializando em Neurociência e Psicologia Aplicada, e propôs que os participantes olhassem sob uma nova perspectiva para as disciplinas de História e Geografia, por meio de estratégias lúdicas e interativas. (Foto: Vivian R. Ferreira)Os participantes foram dividos em grupos, denominados por cores, e precisavam representar de maneira artística um dos temas oferecidos, com materiais diversos, disponibilizados pelas oficineiras . Na foto, o grupo verde mostra como ficou a obra sobre a cidade de São Paulo. (Foto: Vivian R. Ferreira)Durante a atividade de apresentação das obras criadas, o grupo amarelo escolheu representar o homem primitivo. Também foram apresentadas sugestões de trabalhos e atividades que os participantes poderão adaptar para as diversas disciplinas, tornando o dia a dia na sala de aula mais dinâmico. (Foto: Vivian R. Ferreira)Sono durante as aulas? Que nada! A oficina também mostrou que o ensino dessas disciplinas pode ir além da teoria e propiciar momentos envolventes de produção, enriquecendo a aprendizagem e tornando a área das Ciências Humanas mais atrativa a alunos e educadores. O grupo azul decidiu representar de maneira artística o zona urbana e rural. #EducaçãoLBV (Foto: Vivian R. Ferreira)A oficina também propôs que os congressistas preenchessem um formulário, com informações pessoais básicas, afim de mostrar que a história começa no próprio indivíduo e que cada um de nós contribui para a construção da história da sociedade. #EducaçãoLBV (Foto: Vivian R. Ferreira)A oficina também propôs que os congressistas preenchessem um formulário, com informações pessoais básicas, afim de mostrar que a história começa no próprio indivíduo e que cada um de nós contribui para a construção da história da sociedade. #EducaçãoLBV(Foto: Vivian R. Ferreira)A oficina foi conduzida pelos professores de educação física Vitor Ramos e Glaucia Camargo e trabalhou a criação e a recriação de objetos para a prática esportiva, com foco nos âmbitos escolar e profissional. (Foto: Vivian R. Ferreira)Dá para trabalhar a Solidariedade durante a prática das atividades físicas? A oficina propôs ações nas quais os participantes não pensem apenas em si, mas também nos outros, incentivando a busca da boa qualidade de vida (bem-estar físico, mental, psicológico e emocional) e dos bons relacionamentos sociais. #EducaçãoLBV
(Foto: Vivian R. Ferreira)E para estimular a criatividade, os participantes se dividiram em grupos e criaram materiais esportivos utilizando objetos variados como, por exemplo, tecidos, garrafas pets, sacos de pano, etc. (Foto: Vivian R. Ferreira)A música é muito benéfica ao Ser Humano, especialmente na infância, pois estimula a interação social, bem como o desenvolvimento psíquico e motor do indivíduo. E esta oficina apresentou, de maneira lúdica, um modo diferente de produzir e utilizar os instrumentos musicais. #EducaçãoLBV (Foto: Vivian R. Ferreira)Após serem divididos em grupos, os participantes produziram seus instrumentos com objetos recicláveis e deveriam inseri-los em músicas, preferencialmente infantis, formando assim uma banda. (Foto: Vivian R. Ferreira)Em um momento de muita diversão, as bandas se apresentaram para a sala, que interagiu muito bem com os grupos. (Foto: Vivian R. Ferreira)Depois de construir os instrumentos musicais com materiais reciclados, os participantes, divididos em grupos, fizeram uma apresentação musical com diferentes ritmos.(Foto: Vivian R. Ferreira)Os participantes puderam curtir, comentar e compartilhar as suas experiências em um mural exposto na sala de aula, que imitava uma página do facebook. (Foto: Vivian R. Ferreira)Sabemos que não é uma tarefa fácil inserir a leitura na vida das crianças. Contudo, a leitura é essencial para que elas desenvolvam de maneira adequada a interpretação, a criatividade e o pensamento crítico. E a oficina trabalhou justamente este desafio, para que o educador possa, em sala de aula, aprimorar essa atividade. #EducaçãoLBV (Foto: Vivian R. Ferreira)A oficina apresenta aos participantes dicas de como trabalhar o ecumenismo em sala de aula convidando congressistas a criar um desenho com características físicas de três personagens da literatura infantil brasileira e os participantes devem escolher as melhores características para seus personagens. #EducaçãoLBV(Foto: Vivian R. Ferreira)A oficina foi conduzida pelas pedagogas Marcela Costa e Paula Guaitulini, que apresentaram aos participantes dicas de como incentivar as crianças, em processo de alfabetização, a se apaixonarem pela leitura. Os congressistas foram convidados a criar um desenho com características físicas de três personagens da literatura infantil brasileira e os participantes deverão escolher as melhores características para seus personagens. (Foto: Vivian R. Ferreira)A oficina apresenta aos participantes dicas de como trabalhar o ecumenismo em sala de aula convidando congressistas a criar um desenho com características físicas de três personagens da literatura infantil brasileira e os participantes devem escolher as melhores características para seus personagens. #EducaçãoLBV (Foto: Vivian R. Ferreira)A oficina foi conduzida por Ronaldo Dias, graduando em Educação Física, faixa preta 2º Dan em hapkido, bicampeão brasileiro nessa modalidade e pela psicóloga Talita Calusni da Silva. Todo o conteúdo da oficina foi abordado de maneira lúdica e interativa. (Foto: Vivian R. Ferreira)Os congressistas também puderam expor suas experiências, seus pontos de vista sobre as lutas e suas vivências. A atividade serviu para desconstruir o conceito equivocado que existe sobre as lutas e para descontrair o ambiente. (Foto: Vivian R. Ferreira)As lutas marciais têm muitas funções além de ajudar no condicionamento físico, elas auxiliam também no desenvolvimento psicológico. E esta oficina convidou os participantes a desconstruírem suas visões e aprenderem muito mais sobre o universo das artes marciais. #EducaçãoLBV (Foto: Vivian R. Ferreira)Os participantes foram distribuídos em grupos e cada grupo possuía uma caixa decorada contendo objetos inusitados que eles deveriam usar para criar a sua própria luta, com regras e objetivos a serem alcançados. (Foto: Vivian R. Ferreira)A oficina de Danças Circulares apresentou os muitos benefícios que essa atividade pode trazer aos alunos, como o respeito mútuo, a ampliação dos repertórios musicais e gestual, a elevação da autoestima e também superar desafios. A oficina foi conduzida pelas pedagogas e educadoras sociais Marilaine Caroline de Campos e Lilian Cardoso Barbosa Faria. (Foto: Vivian R. Ferreira)Você sabe o que são as Danças Circulares?! Elas fazem parte de um movimento de dança contemporânea e têm como enfoque principal não a técnica, mas o sentimento de união, sendo, por isso, uma arte essencialmente cooperativa. E todo esse lado lúdico e educativo foi trabalho na oficina. Durante a oficina, participantes se dividiram em grupos e elaboraram uma dança circular simples, sem saber o ritmo da música que tocaria na hora da apresentação. Depois, eles apresentaram para o outro grupo a dança desenvolvida. (Foto: Vivian R. Ferreira)Você sabe o que são as Danças Circulares?! Elas fazem parte de um movimento de dança contemporânea e têm como enfoque principal não a técnica, mas o sentimento de união, sendo, por isso, uma arte essencialmente cooperativa. E todo esse lado lúdico e educativo foi trabalho na oficina. Durante a oficina, participantes se dividiram em grupos e elaboraram uma dança circular simples, sem saber o ritmo da música que tocaria na hora da apresentação. Depois, eles apresentaram para o outro grupo a dança desenvolvida. (Foto: Vivian R. Ferreira)Brincar é um direito assegurado no Estatuto da Criança e do Adolescentes (ECA). Esta oficina estimulou nos participantes a reflexão sobre a importância do brincar na formação solidária do aluno. (Foto: Vivian R. Ferreira)A brincadeira motiva o educando a direcionar o conhecimento adquirido pela ludicidade, também, na superação de desafios. A oficina foi conduzida pela graduanda em Ciências Biológicas Vanessa Rodrigues Alves e pela graduanda em pedagogia Erika de Almeida Nunes. #EducaçãoLBV (Foto: Vivian R. Ferreira)Durante a dinâmica dos balões, os congressistas discutiram temas como, por exemplo, que através da brincadeira podemos agregar à nossa vida valores e virtudes e que o adulto, ao se permitir brincar, sem sentir vergonha, poderá ampliar, estruturar, modificar e incrementar as experiências com todos. (Foto: Vivian R. Ferreira)Os congressistas participaram da gincana de batata quente com bexigas que deveriam ser estouradas quando a música parasse. As bexigas continham frases e perguntas que deveriam ser compartilhadas com os colegas e no final, houve uma rode de reflexões sobre o conteúdo encontrado nos balões e sobre os diferentes aspectos do brincar. (Foto: Vivian R. Ferreira)A oficina tinha a intenção de explorar a imaginação dos participantes e resgatar os sentimentos que os remetiam a infância. Os congressistas puderam trocar de lugar e discutiram sobre os diferentes aspectos do brincar e sua importância nas diversas faixas etárias, visando a construção do conhecimento, do convívio social e da personalidade da criança. (Foto: Vivian R. Ferreira)As experiências cênicas são muito importantes, pois podem despertar a percepção do eu, do outro e do espaço, contribuindo no desenvolvimento do foco, da empatia e da capacidade de lidar com emoções, de resolver problemas e de traduzir ideias em situações verbais e corporais. (Foto: Vivian R. Ferreira)A oficina foi conduzida pela graduada em Artes Plásticas, especialista em Linguagens da Arte e em História da Arte, Mayla Ferreira e Larissa Brugnolo Meloni, graduada em Artes Visuais; graduanda em História da Arte. E oportuniza aos participantes a leitura de imagens e sua percepção como motivadoras de processos criativos. (Foto: Vivian R. Ferreira)Todos os participandes da oficina recebram uma imagem de Guernica, de Picasso, e tiveram um tempo para dizer tudo aquilo o que conheciam sobre a tela e o que percebiam durante a análise. Eles também identificaram os personagens que estão na cena, os destacando com canetas e marca textos. (Foto: Vivian R. Ferreira)