Futebol, uma caixinha de surpresas?

Seleções favoritas ainda buscam classificação enquanto outras já arrumaram as malas

Marcelo Figueiredo

22/06/2014 às 21h48 - domingo | Atualizado em 22/09/2016 às 16h01

Faltando uma rodada, um jogo para cada seleção, para definirmos as oitavas de final com a metade dos países sendo eliminada, a Copa poderia até entrar para a história no que diz respeito às zebras.

No grupo A, o Brasil joga por um empate e, quem sabe, até a derrota classificará. Apesar disso, ainda existe a chance de ficar fora.

No B, a atual campeã Espanha já se despediu. No C, a Costa do Marfim talvez seja a melhor seleção africana com jogadores renomadíssimos internacionalmente (Drogba e Ya YaToure, por exemplo), mas ainda briga por vaga.

No D, Apenas um campeão do mundo passará (Itália ou Uruguai) e a Inglaterra já caiu. Em contrapartida, a Costa Rica escreveu o nome na história.

No grupo E, a França vai classificar em primeiro, mas de qualquer forma ainda precisa jogar para confirmar a passagem e a liderança.

No F, a Argentina vai aos trancos e barrancos, já classificou, mas pode perder a liderança para a Nigéria. 

Após a goleada da estreia, a Alemanha, do grupo G, ainda precisa de resultado frente aos Estados Unidos; e o melhor do mundo, Cristiano Ronaldo, provavelmente verá as oitavas pela TV.

O Grupo H já confirmou a Bélgica, mas a Rússia não deixa de ser uma constatação negativa, pois a equipe do técnico italiano Fábio Capello precisa superar a Argélia (país de Madjer e Zidane), que por enquanto surpreende.

Essa é uma das graças do futebol, ter análises que parecem teses de mestrado, ter estudo científico, ter preparação de astronauta, mas o "detalhe" da bola rolando, muitas vezes, é que decide.