Minilivros apresentam títulos da literatura mundial em pequenos formatos
Rafael Bruno Abrantes Ferro
14/08/2012
Gostar de ler não significa necessariamente devorar centenas de páginas de livros enormes. A feira literária que ocorre em São Paulo até 19 de agosto, a maior da América Latina, traz diversas possibilidades a quem busca os amigos de todas as horas. Livros digitais, que podem ser levados para todos os lugares; livros acessíveis, que dão a chance da leitura a pessoas com deficiência. E um que tem feito muito sucesso entre o público: os minilivros. - Foto: Vivian R. Ferreira

Pequenos e práticos — muitos têm o tamanho de uma borracha —, eles não perdem nada para os irmãos grandes: o mesmo conteúdo de uma publicação em tamanho original cabe nos minilivros. Filosofia, dicionários e dicas de culinária são uns dos temas contidos nesses livrinhos.
DA ESTANTE PARA OS CHAVEIROS
- Foto: Vivian R. Ferreira

- Elias Llacsahuanga, representante de uma das editoras que editam minilivros.
A escolha entre os títulos publicados é simples: quando há muita procura por certas obras, é sinal de que elas devem ser editadas como um minilivro, como contou o representante de uma das editoras na Bienal, Elias Llacsahuanga.
"A proposta é facilitar: livros pequenos são mais fáceis de carregar. Muita gente compra para dar de presente, mesmo que a pessoa já tenha a obra em formato maior", contou Elias.
E não precisa empilhar tudo numa gaveta de armário; algumas editoras já vendem coleções em miniestantes, para facilitar a conservação. Outras confeccionam o livro até em chaveiros. Deixar de ler um livro por causa do tamanho não vale mais como desculpa. - Foto: Vivian R. Ferreira

- Para guardar os minilivros, as editoras também fabricam estantes pequenas.