Poeta brasileiro apresenta percepções sobre a Amazônia e suas florestas

Rafael Bruno Abrantes Ferro

13/07/2012

  • Foto: Divulgação
  • O poeta amazonense Celdo Braga autografa a obra
  • O poeta amazonense Celdo Braga autografa a obra "Estações".
Manaus, AM — Com a realização da Rio+20, novos olhares foram lançados sobre os desafios socioambientais para a implantação de uma sociedade sustentável. Perspectivas inclusive poéticas, como é o caso do livro "Estações", do professor, músico e compositor amazonense Celdo Braga.

O poeta afirma que "olhar e perceber o mundo que nos rodeia é de certa forma um meio de apropriar-se ou sentir-se parte dele". Por isso, a obra se propõe a "despertar um novo olhar para a Amazônia, (...) a partir das quatro estações concebidas pelo poeta, nos poemas estações do verde, dos sonhos, da alegria e da vida".

Lançado recentemente, um exemplar do livro foi encaminhado ao diretor-presidente da Legião da Boa Vontade pelo secretário de Estado de Mineração, Geodiversidade e Recursos Hídricos do Amazonas, Daniel Nava*. O autor da obra literária autografou: "Ao Paiva Netto, as cores poéticas da nossa floresta e o carinho fraterno do Daniel Nava e do poeta das barrancas, Celdo Braga".

Nava destacou, em correspondência a Paiva Netto: "Importante (...) o trabalho da LBV na ONU, construindo novos olhares, e reforçando a Natureza Humana como nosso principal Capital!". Citando o pensamento do dirigente da LBV, amplamente divulgado na Rio+20: "Educar. Preservar. Sobreviver. Humanamente também somos Natureza", o geólogo e voluntário da LBV ressaltou: "(...) Que possamos refletir sobre o nosso papel estratégico e solidário na construção de um Brasil Melhor e uma Humanidade mais Feliz!".

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* O geólogo e mestre em Ciências Ambientais e Sustentabilidade da Amazônia participou do painel temático "Cooperação Construtiva", promovido pela LBV na Rio+20, e escreveu um artigo especial ("Um olhar da Amazônia para a Rio+20") para a revista especial produzida pela Instituição para o evento.